Hoje, e em especial após a pandemia, muito se fala sobre terapia. Mas o que é terapia, no fim das contas? Como ela funciona?
Antes de mais nada, precisamos entender que “terapia” é um termo amplo, utilizado por muitos e diferentes tipos de tratamentos. Podemos falar, por exemplo, de quimioterapia, um tratamento que combate o câncer por meio de componentes químicos, ou de fisioterapia, o tratamento do corpo por meio de variados exercícios e recursos.
No caso do psicólogo, falamos de psicoterapia — o exercício do cuidado da nossa dimensão psicológica, que envolve de maneira central as nossas vivências interiores, sem deixar de lado os aspectos biológicos e sociais.
Sendo assim, alguns elementos centrais da terapia são: sentimentos, pensamentos, memórias e crenças, sem deixar de considerar contexto familiar, social, saúde física, espiritualidade, entre outros aspectos.
Nesse sentido, precisamos entender que o psicólogo só consegue ter acesso ao que você conta para ele. Por esse motivo, um dos pilares da terapia é o sigilo, que dá a segurança de que podemos falar sobre qualquer assunto sem o perigo de vazamentos ou fofocas.
Junto ao sigilo vem a escuta e o acolhimento. Na terapia, o psicólogo está para te ouvir sobre tudo, sem julgamentos. Por isso, nas sessões, o psicólogo costuma sobretudo escutar e questionar, e a pessoa atendida, falar abertamente.
Mas nada disso é uma “conversa de bar”.
O diálogo na terapia sempre visa um objetivo terapêutico, e é ancorado em muito estudo, técnicas e experiência clínica. E, como tudo na vida, esse processo leva um tempo para ser construído.
É por isso que a terapia costuma ser um processo recorrente, construído de forma semanal ou quinzenal. Mas toda essa jornada começa da mesma maneira: com a decisão de fazer a primeira sessão.
Se você está buscando iniciar um processo psicoterapêutico nesse momento, te convido a conhecer melhor o meu trabalho. No site você pode encontrar mais informações sobre o meu método de trabalho e como entrar em contato comigo.
